O primeiro romance, “A Mulher que Fugiu de Sodoma” foi escrito no Carnaval de 1924, e esteve fechado numa gaveta durante sete anos, de onde o retiraram o ensaísta Hamilton Nogueira e o poeta Augusto Frederico Schmidt.  Foi publicado pelo poeta, que estrearia como Schmidt Editor.  Afirmativa de Agrippino Grieco: “Morto Lima Barreto, nada se escreveu de melhor em nossa literatura de ficção”.  O livro obteve enorme êxito.  Um artigo de João Ribeiro, na época o crítico mais conceituado da velha guarda,  prognosticou  o grande romancista que o jovem autor viria a ser; ao passo que Tristão de Athayde, o crítico do modernismo, lhe dedicou dois rodapés de jornal.

“Território Humano”, seu segundo romance (em parte autobiográfico), publicado ao mesmo tempo que  Jubiabá, foi um encalhe para o editor.

O seu romance cosmopolita, com o título provisório de Memórias de um Anjo da Guarda chegou a ser refeito sete vezes, em Marília,  e foi somente no dia em que o embrulhou para remetê-lo a editora, que lhe veio o título:  “A Quadragésima Porta”.   Com esse romance – considerado pela crítica uma de suas obras mais importantes, ultrapassaria o romancista o sucesso editorial de “A Mulher que Fugiu de Sodoma”. 

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